
A adolescência é uma fase de intensas transformações. Nos dias de hoje, esses processos ocorrem em um cenário cada vez mais desafiador. A hiperconectividade, a sobrecarga de informações, a pressão por desempenho e a incerteza em relação ao futuro compõem um ambiente que exige atenção redobrada à saúde mental dos jovens — que precisa ser pauta central nas conversas sobre educação e desenvolvimento.
As redes sociais, a sobrecarga de informações, a rotina intensa e a pressão por desempenho criam um ambiente emocionalmente desafiador para os adolescentes. A incerteza sobre o futuro e a dificuldade em encontrar espaços de acolhimento e escuta agravam ainda mais esse cenário.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, 1 em cada 7 adolescentes entre 10 e 19 anos enfrenta algum transtorno mental. Depressão, ansiedade, baixa autoestima e dificuldade de concentração são apenas alguns dos desafios que impactam diretamente o processo de aprendizagem e o bem-estar dos estudantes.
Esses dados acendem um alerta: o cuidado com a saúde mental precisa ser uma prioridade, não um complemento — Se quisermos formar jovens protagonistas, críticos e criativos, precisamos garantir que estejam também emocionalmente amparados, e a gente fala isso com propriedade:
Hoje, contamos com uma rede de quase 30 psicólogos voluntários que realizam atendimentos terapêuticos gratuitos para 100% dos jovens que precisam ou desejam fazer terapia. Só em 2024, já foram realizadas 880 sessões.
Para além dos consultórios, instituições de ensino e organizações sociais têm um papel importante na construção de ambientes mais seguros, acolhedores e cuidadosos.
Em muitas dessas iniciativas, o trabalho de psicólogos e profissionais da área da saúde é essencial. No Instituto Sol, por exemplo, o cuidado emocional também faz parte da proposta pedagógica. Contamos com 2 psicólogas no time fixo, que acompanham o desenvolvimento escolar de todos os jovens atendidos, realizando atendimentos individuais e coletivos bimestrais com todos os jovens, além de encontros com pais e responsáveis.
Criar espaços de escuta e pertencimento é uma das estratégias mais potentes para fortalecer a saúde mental de adolescentes. Quando o jovem se sente reconhecido e valorizado, ele se torna mais confiante para lidar com os próprios desafios, se engajar nos estudos e construir relações mais saudáveis com o mundo ao seu redor.
Rodas de conversa, oficinas criativas, projetos colaborativos e práticas de cuidado emocional precisam ser parte da rotina de quem educa. E isso vale tanto para escolas quanto para famílias, organizações sociais e políticas públicas. O cuidado precisa ser compartilhado.
Neste Dia Mundial da Saúde, o convite é claro: colocar a saúde mental dos estudantes no centro das nossas ações. É sobre ouvir mais, julgar menos, oferecer suporte, respeitar os ritmos e reconhecer as emoções como parte do processo de aprendizagem.
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